segunda-feira, 23 de julho de 2012

1 ANO SEM AMY AND I WAKE UP ALONE

por @fabithejoker


Reproduzo aqui um texto que fiz há um ano atrás para meu blog pessoal e que hoje ainda faz muito sentido. Nem parece que ela se foi e às vezes parece que ela morreu há décadas. Sentimento louco esse da saudade.

...

É, o que todos esperavam e alguns não queriam (como eu, meus pais e os fãs dela) aconteceu:
Neste sábado (23) a cantora de apenas 27 anos foi encontrada morta dentro de sua casa em Londres.
Hoje (25), foi divulgada que sua autópsia foi “inconclusiva“, portanto a causa da morte só será divulgada dentro de 2 ou 4 semanas. Mas todo mundo que conhecia-amava-odiava a Amy imagina o que aconteceu: OVERDOSE.
Drogas matando estrelas.
E não me venham com papinho de 27 Club (dos pop stars que morrem com 27 anos). Isso é apenas um modo de nós, imprensa, impressionarmos o público com um aura de “maldição”.
maldição aqui se chama “Drogas Ilícitas” e o final da história encontra-se no cemitério.
P.S. todo mundo agora é fã dela. Eu prefiro ouvir “Wake up Alone” e lamentar que o talento – dessa pequenina mulher branca que tinha aquele vozeirão de negra dos anos 40 – vai pra cova.

...

Depois de alguns meses da publicação deste texto, descobrimos que a causa da morte dela foi abuso de álcool após um longo período de abstinência. Pudera, com o organismo debilitado...

Enfim, só nos resta lamentar para o resto de nossas vidas.

terça-feira, 17 de julho de 2012

BLACK SABBATH E HANSON

por fabithejoker


Já viram o pequeno comercial do Sonora do portal Terra? Não? Você vai descobrir o que Black Sabbath e Hanson tem em comum. 


Assista e como sempre dizemos: forme alguns novos conceitos musicais.


Link via @celticbotan

segunda-feira, 25 de junho de 2012

MICHAEL JACKSON - O ÚLTIMO MITO DO POP

por @fabithejoker

Michael Jackson. O que dizer sobre ele e que nunca foi dito?

Tarefa complicada. Não vou me estender no post, vou deixá-los apenas com a saudade que compartilhamos e o amor à sua genialidade musical. 

Lembro exatamente onde estava no dia, em frente ao computador, conversando com minha colega de blog, a @celticbotan, quando ela me deu a notícia e eu não acreditei.

Três anos que se foi, que às vezes parecem 30 anos e às vezes, três dias. 

Ele foi o menino que imitava James Brown, o astro da banda de família, o garoto crescido dizendo para não pararmos até conseguir o suficiente, o Lobo Mau da noite de terror, foi preto e branco, andou na lua, foi perigoso, tentou curar o mundo, amou a infância e foi penalizado por isso, foi polêmico, foi simplesmente o Rei do Pop, o último mito do século XX.

Descanse em paz menino, seus fãs jamais te esquecerão. O mundo jamais te esquecerá. 

Agora, uma pequena seleção de sucessos para consolar:












sexta-feira, 22 de junho de 2012

É O TCHAN É HOMENAGEADO PELO LMFAO. OI?

por @fabithejoker


Irmãos e irmãs, creio fortemente que já viram esta comparação hilariante em todo lugar, mas parece que só HOJE, depois de quase um ano, o site de entretenimento da Folha de S. Paulo notou o sucesso que essa bagaça faz na internet.


Com vocês, toda a qualidade artística das capas desses discos:






LMFAO, pode se retratar, homenagear e chamar Compadre Washington AND Beto Jamaica pra quebrar nos Estados Unidos. 
É o Tchan, ensinem esses yankees como se rala e pega no compasso!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

TRIP HOP - MÚSICA DE MOTEL

por @fabithejoker

Irmãos e irmãs, nosso post hoje é orgástico! No sentido sexy e chic da "ozádia", claro.

Vamos falar sobre um estilo musical geralmente associado ao sexo: o Trip Hop.

Você não conhece nada de Trip Hop? Conhece sim, mas não estou falando daquelas músicas que geralmente tocam nos motéis, Celine Dion, Mariah Carrey, Lara Fabian, a finada Whitney Houston, ou quaisquer outras divas e divos da música romântica. Esses eu particularmente acho broxantes.

Tricky
Estou falando das músicas que sempre tocam naquelas cenas de striptease dos filmes, cults ou meio trashes.


Diz a lenda, que o termo Trip Hop surgiu quando, em 1995, a revista Mixmag teve que classificar de algum jeito o lindíssimo e estranhíssimo album "Maxinquaye" do Tricky (que fez papel de vilão no filme O Quinto Elemento, com Bruce Willis). Mas o Trip Hop vinha se desenvolvendo desde os anos 80.

O Trip é uma mistureba de vários estilos, como o downtempo (música bem lenta, quase parando), acid jazz, electropop, jazz, soul, rock progressivo, a própria música romântica, dub, ambient, o FUNK (americano, claro), reggae, synthpop, ambient, chillout e lá vai fumaça.

Mas o que torna o Trip Hop tão atrativo e associado ao motel? Realmente não sei explicar. Pode ser a sensualidade de sua melodia, a crueza poética de algumas canções, o romantismo futurista de outras, a análise do mundo moderno e antigo, dos sentimentos mais profundos, da alegria à extrema depressão, do humano.


Bristol - Inglaterra
Bristol na Inglaterra é a cidade do Trip, o gênero nasceu lá, pois Tricky pode ter feito com que criassem um nome para o estilo, mas o Massive Attack é considerado o precursor (Tricky foi membro por pouco tempo). 

Quando alguns músicos do eletrônico resolveram que música eletrônica não precisava ser necessariamente pancadão, EUREKA!

Entre as bandas e músicos que se encaixam no Trip Hop, estão o famoso Portishead, Hooverphonic, Björk, Dido, Emiliana Torrini, Moloko, Lovage, Zero 7, Agent 5.1, Air, Moby, Morcheeba, Royksopp, UNKLE, Mandalay e dezenas de outros.



Massive Attack


A música é tão gostosa, que não tem jeito, vira a ideal "Música de Motel". Dá vontade de dançar, tirar a roupa e fazer loucuras, sem perder a beleza e elegância.

Quer ouvir? Confira minha listinha para introduzi-los (no bom sentido), ao Trip Hop:




Tricky

Massive Attack

Portishead

Morcheeba

Hooverphonic

Zero 7

Air

Moby

Moloko

Agent 5.1

Emiliana Torrini
(curiosidade: por ter a voz parecida com a da Björk, todo mundo jura que é a mais famosa que canta Gollum's Song - na minha opinião, a música mais linda de toda a trilha sonora -, tema de O Senhor dos Anéis, mas na verdade, é a Emiliana)

)

Björk
(compare com a voz da Emiliana)

Dido



Curtiram? Comentem!


Em breve falarei da trajetória das bandas mais importantes e influentes.

domingo, 17 de junho de 2012

GAIOLINHA

por @fabithejoker

Ainda falando em funk, o carioca, eu não poderia deixar de mostrar esta COISA para vocês!


Compraria o DVD da Tia Valesca pro seu filho ouvir?

Imagem via a página de humor Unidos Contra o Rock no facebook.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

FUNK OU FUCK?

por @fabithejoker

Você vive se queixando que ninguém respeita a viagem no transporte público e geralmente é um "funkeiro" e sua imensa falta de educação? Você vive gritando aos quatro ventos que ODEIA FUNK?

Está pronto para elaborar um conceito sobre este assunto tão digno de preconceito?

Pois bem. O funk que te vendem como funk, não é funk.

Funk é um gênero musical que surgiu na década de 60 do século passado entre os negros dos Estados Unidos. Neste novo ritmo eles misturaram o R&B, soul e jazz e sim, é muito animado, dançante, perfeito para qualquer festa.

Sabe quem é James Brown? Se não sabe, peço encarecidamente que veja este vídeo:


Agora você sabe quem é o Rei do Funk. 

Ele é assim considerado pois definiu o estilo, com sua banda milimetricamente ensaiada para um espetáculo não só de música, mas de dança, já que James dava show com coreografias enérgicas, criando um poder maior ainda à apresentação e a banda acompanhava seus passos. Nem preciso dizer que o público ia ao delírio.

Destruí um pouco seu preconceito com o funk, agora vamos a uma revelação: Michael Jackson, Rei do Pop, começou dançando ao imitar James Brown e poucos anos depois, era um prodígio com seu Jackson 5 na mesma gravadora, a Motown. 


Michael e seu ídolo, James Brown

Década de 1970, o funk ainda reinava - tá, tinha a Disco Music, mas ambos dançantes, tocavam em todas as boates e bailes -, meus pais que o digam. Alguns hits do funk você conhece como Disco, isso eu garanto.

Esta foi uma abordagem bem superficial do funk, já que estamos em nossa primeira aula sobre o ritmo e o Nossa Senhora do Fone de Ouvido é um projeto de Educação Musical.

Diferente do funk que sempre te apresentam não é mesmo? O funk carioca difere do  americano, arranjos, letras, dança, tudo. O americano é mais orgânico. O carioca usa mais sampler, sintetizadores, ou seja: é música eletrônica. (Muitos me xingaram agora, eu sei.)


Funk carioca mistura dance, eurodance, reggaeton, kizomba, synthpop, samba, zouk, enfim, não tem limites.

"É som de preto, de favelado, mas quando toca, ninguém fica parado." DJ Malboro


SIM, isso vale para os dois ritmos, mas o carioca vai mais além, nas coreografias mais sexualizadas, nas letras pornográficas (não estou falando do funk da TV e sim do que rola de verdade num baile) e muitas vezes, na apologia (explícita ou não) ao crime organizado, tão presente nas comunidades mais pobres.

Dificilmente você verá uma cantora de funk de verdade dando "surra de bunda" num fã, ou gritando que quer Dar (dadadadadadadadar), para o gatinho da platéia. 

Você também não verá um cantor gritar que vai colocar o seu p@# duro na $#%&*@ da dançarina ou fazer um ode a um fuzil.

Tem funk carioca agradável de se ouvir? A maioria deles quando não fala em sexo, rebaixa a mulher a um mero objeto de prazer. Um pedaço de carne onde um homem pode gozar. Este é o motivo para eu me referir ao ritmo carioca como Fuck (foda, em inglês). Mas talvez, se você for realmente paciente, encontre um funk digno de audição em alto e bom som em qualquer ambiente. Boa sorte! 

Ah, e o retrato da vida na favela? Os músicos que dizem "cantar o gueto" estão o fazendo realmente? Esta é uma das desculpas mais velhas que existem quando alguém acusa uma canção de apologia ao crime. Cabe a você diferenciar o "patrocinado" do verdadeiro poeta do gueto. Isso é com seu ouvido e sua consciência.

Elaborado o conceito e desfeito o preconceito com o funk. Agora é só você se referir corretamente ao ritmo e não fazer James e Michael se revirarem nos túmulos só porque seu colega de transporte esqueceu o fone de ouvido e te fez ouvir Atoladinha.

Quer ouvir exemplos da diferença entre funk e "fuck"

Americano

















Carioca









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